Já falei tantas vezes do verde nos teus olhos Todos os sentimentos lhe tocam a alma, alegria ou tristeza Se espalhando no campo, no canto, no gesto, no sonho, na vida Mas agora é o balanço, essa dança nos toma, esse som nos abraça, meu amor O teu corpo moreno vai abrindo caminhos, acelera meu peito E nem acredito no sonho que vejo E seguimos dançando o balanço malandro, e tudo rodando
Parece que o mundo foi feito pra nós nesse som que nos toca Me abraça, me aperta, me prende em tuas pernas Me prende, me força, me roda, me encanta, me enfeita num beijo Me abraça, me aperta, me prende em tuas pernas Me prende, me força, me roda, me encanta, me enfeita num beijo Pôr do sol e aurora Norte, sul, leste, oeste Lua, nuvens, estrelas A banda toca, parece magia E é pura beleza, essa música sente, parece que a gente
Se enrola a corrente e então, de repente, você tem a mim Me abraça, me aperta, me prende em tuas pernas Me prende, me força, me roda, me encanta, me enfeita num beijo Me abraça, me aperta, me prende em tuas pernas Me prende, me força, me roda, me encanta, me enfeita num beijo Já falei tantas vezes do verde nos teus olhos Todos os sentimentos lhe tocam a alma, alegria ou tristeza Se espalhando no campo, no canto, no gesto, no sonho, na vida Mas agora é o balanço, essa dança nos toma, você tem a mim ....
| Maria Rita - Não Vale A Pena | Ficou difícil, tudo aquilo, nada disso Sobrou meu velho vício de sonhar Pular de precipício em precipício, ossos do oficio Pagar pra ver o invisível e depois enxergar Que é uma pena, mas você não vale a pena, não vale uma fisgada dessa dor Não cabe como rima de um poema, de tão pequeno Mas vai e vem, e envenena, e me condena ao rancor De repente cai o nível e eu me sinto uma imbecil Repetindo, repetindo, repetindo como num disco riscado
O velho texto batido dos amantes mal amados, dos amores mal vividos E o terror de ser deixada Cutucando, relembrando, reabrindo a mesma velha ferida
E é pra não ter recaída que não me deixo esquecer Que é uma pena, mas você não vale a pena, não vale uma fisgada dessa dor Não cabe como rima de um poema, de tão pequeno Mas vai e vem, e envenena, e me condena ao rancor De repente cai o nível e eu me sinto uma imbecil Repetindo, repetindo, repetindo como num disco riscado
O velho texto batido dos amantes mal amados, dos amores mal vividos E o terror de ser deixada Cutucando, relembrando, reabrindo a mesma velha ferida
E é pra não ter recaída que não me deixo esquecer Que é uma pena, mas você não vale a pena |
|
1 Comentários:
oooown meu deus, amo maria rita *-*
te amo mah, obrigada por tudo (L)
Postar um comentário
Assinar Postar comentários [Atom]
<< Página inicial