sexta-feira, 14 de março de 2008

.Músicas

Maria Rita - A Festa
Milton Nascimento
Já falei tantas vezes do verde nos teus olhos
Todos os sentimentos lhe tocam a alma, alegria ou
tristeza
Se espalhando no campo, no canto, no gesto, no sonho,
na vida
Mas agora é o balanço, essa dança nos toma, esse som
nos abraça, meu amor
O teu corpo moreno vai abrindo caminhos, acelera meu
peito
E nem acredito no sonho que vejo
E seguimos dançando o balanço malandro, e tudo rodando

Parece que o mundo foi feito pra nós nesse som que nos
toca
Me abraça, me aperta, me prende em tuas pernas
Me prende, me força, me roda, me encanta, me enfeita
num beijo
Me abraça, me aperta, me prende em tuas pernas
Me prende, me força, me roda, me encanta, me enfeita
num beijo
Pôr do sol e aurora
Norte, sul, leste, oeste
Lua, nuvens, estrelas
A banda toca, parece magia
E é pura beleza, essa música sente, parece que a gente

Se enrola a corrente e então, de repente, você tem a
mim
Me abraça, me aperta, me prende em tuas pernas
Me prende, me força, me roda, me encanta, me enfeita
num beijo
Me abraça, me aperta, me prende em tuas pernas
Me prende, me força, me roda, me encanta, me enfeita
num beijo
Já falei tantas vezes do verde nos teus olhos
Todos os sentimentos lhe tocam a alma, alegria ou
tristeza
Se espalhando no campo, no canto, no gesto, no sonho,
na vida
Mas agora é o balanço, essa dança nos toma, você tem a
mim
....
Maria Rita - Não Vale A Pena
Ficou difícil, tudo aquilo, nada disso
Sobrou meu velho vício de sonhar
Pular de precipício em precipício, ossos do oficio
Pagar pra ver o invisível e depois enxergar
Que é uma pena, mas você não vale a pena, não vale uma
fisgada dessa dor
Não cabe como rima de um poema, de tão pequeno
Mas vai e vem, e envenena, e me condena ao rancor
De repente cai o nível e eu me sinto uma imbecil
Repetindo, repetindo, repetindo como num disco riscado

O velho texto batido dos amantes mal amados, dos
amores mal vividos
E o terror de ser deixada
Cutucando, relembrando, reabrindo a mesma velha ferida

E é pra não ter recaída que não me deixo esquecer
Que é uma pena, mas você não vale a pena, não vale uma
fisgada dessa dor
Não cabe como rima de um poema, de tão pequeno
Mas vai e vem, e envenena, e me condena ao rancor
De repente cai o nível e eu me sinto uma imbecil
Repetindo, repetindo, repetindo como num disco riscado

O velho texto batido dos amantes mal amados, dos
amores mal vividos
E o terror de ser deixada
Cutucando, relembrando, reabrindo a mesma velha ferida

E é pra não ter recaída que não me deixo esquecer
Que é uma pena, mas você não vale a pena

1 Comentários:

Às 14 de março de 2008 às 13:27 , Blogger Fernanda Pina disse...

oooown meu deus, amo maria rita *-*


te amo mah, obrigada por tudo (L)

 

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